Entrevista ao programa Política Cruzada

Benito Salomão participa do programa e explica a atual situação orçamentária da cidade de Uberlândia

Economista Benito Salomão é Homenageado pelo poder legislativo

Comenda Renato de Freitas é o principal título dado a cada 4 anos a pessoas que corroboram com o desenvolvimento econômico de Uberlândia.

5ª FEMEC.

Benito Salomão confere palestra sobre as perspectivas do agronegócio na 5ª FEMEC.

Entrevista à Rede Globo

Benito Salomão fala no MGTV e responde sobre educação financeira e poupança no dia 23/08/2016.

Palestra sobre Dominância Fiscal

No último dia 13/11 Benito Salomão concedeu uma palestra sobre a crise fiscal e o panorama da Macroeconomia para estudantes do curso de Administração da UFG - Catalão.

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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Curso de Educação Financeira e o Valor do Amanhã

"A mais gratificante recompensa a um profissional é o reconhecimento pelo trabalho prestado, e não há reconhecimento maior do que ser convidado para desempenhar novamente um trabalho" Disse o Economista e Professor Benito Salomão após ser convidado à retornar à TV Integração para proferir o Curso O Valor do Amanhã para a equipe de Jornalismo.


O mesmo curso de educação financeira foi dado 40 dias antes para os colaboradores da TV integração e, na ocasião, foi muito elogiados, desta vez foi novamente convidado para retornar à TV, desta vez para uma palestra para a equipe de jornalismo, que foi feita na própria redação da TV.


"Espero de coração que nossos amigos tenham gostado da apresentação sobre a crise e formas para superar, peço ainda desculpas pela minha voz, que está bastante comprometida nestes dias." Disse o economista ao término.

Entrevista sobre o mercado de trabalho.

No dia 14/07 o Economista e Professor Benito Salomão esteve no MGTV primeira edição dando uma entrevista gravada à jornalista Valéria Almeida sobre o aumento da informalidade verificado no Brasil.

Foi dito na oportunidade que a informalidade é um problema estrutural da nossa economia causada em grande medida pelo excessivo peso das nossas leis trabalhistas elevando o custo do trabalho médio das firmas. 
Sempre é bom ressaltar que uma legislação trabalhista deve se orientar segundo dois objetivos: 1 - assistência aos trabalhadores e, 2 - competitividade das empresas. Sempre é bom lembrar que a nossa CLT falha em ambos, pois não oferece qualquer assistência aos informais e promove este desempenho empresarial ridículo por hora em curso.

Esta entrevista você assiste na aba de vídeos deste site.

Entrevista sobre venda de carros

No dia 13 de Julho o Economista e Professor Benito Salomão recebeu em sua sala de estudos o jornalista Tarcis Duarte da TV Bandeirantes para uma entrevista sobre a venda de carros no Brasil.

Houve devido à queda aguda e continua da renda na economia brasileira uma retração de 25% na venda de carros novos, acompanhada de uma elevação da venda de usados em 23%, foi explicado que este é um comportamento natural do consumidor frente a sua restrição orçamentária que é denominado como efeito substituição, ou seja, na falta de renda o consumidor deve optar pela compra de produtos mais baratos, substituindo o carro 0km pelo carro semi novo.

Participação no Política Cruzada

No dia 26/06 o Prof e Economista Benito Salomão participou do Programa Política Cruzada da TV Record, apresentado pelo competente jornalista Rick Paranhos, o tema da discussão com o Prof Antônio Carlos Oliveira foi a saída do Reino Unido da União Européia e seus impactos para a Economia Brasileira.

Na oportunidade o economista fez um apanhado histórico da construção da União Européia e os fatores que redundaram nesta crise diplomática, os efeitos, para o bloco e para o mundo, são ruins, mas a principal perdedora é o próprio Reino Unido.

Quanto às implicações para o Brasil, o Economista salienta que elas tendem a ser modestas neste primeiro momento, isto devido a importância dos fatores domésticos e da crise sem precedentes que a economia brasileira enfrenta, é preciso redesenhar o papel do Estado brasileiro disse o Economista ao programa que você acompanha na íntegra neste site.

Entrevista sobre o mercado de livros

No dia 24/06 o Economista Benito Salomão Recebeu em sua residência a equipe da TV Globo para uma matéria bastante diferente e interessante, foi falado sobre o mercado alternativo de livros (internet e sebos).
Na ocasião o professor pôde mostrar sua sala de estudos para a equipe e falar da paixão pela leitura, a equipe teve acesso ainda uma série de livros que não são comuns de se encontrar em livrarias tradicionais, inclusive alguns importados de economia avançada.

Curso de Educação Financeira e O Valor do Amanhã

O dia 08/06 foi um dia muito feliz e produtivo, o Economista e Prof° Benito Salomão foi convidado para proferir um curso de Educação Financeira para os Colaboradores da TV Integração, Curso que montou inpirado no Livro do Prof° Eduardo Giannetti "O Valor do Amanhã".
Foi enfatizado a importância da poupança no ciclo de vida, a uma platéia que participou bastante, é pertinente agradecer muito aos nossos amigos da TV que confiam neste trabalho, sobretudo à Eliane Mota pela indicação, mas também à Letícia Lima que realizou o contatou, também à diretoria da TV que nos recebeu com enorme entusiasmo, ao PET Economia UFU que foi fundamental no auxilio para montar e ministrar o curso no qual nominalmente eu agradeço ao tutor Guilherme Jonas por apoiar a iniciativa e a cada um dos alunos envolvidos, palestrantes Mariana Oliveira Galindo, Cesar Tirso, Maria Carolina, Henrique Souza, Ana Laura, Fernanda, e Matheus Mundim, mas agradeço principalmente ao público, os funcionários da TV que nos receberam com enorme carinho e em grande volume nas atividades que ocorreram de manhã e a tarde

Palestra sobre a crise fiscal

Na noite do dia 11/05 o Prof e Economista Benito Salomão pode falar sobre os aspectos da dominância fiscal brasileira para estudantes de administração, engenharia de produção e computação da Unitri em Uberlândia MG, tratou-se de uma grande oportunidade de apresentar o crime fiscal da presidente Dilma e defender as necessidades de reformas para o futuro, para retomar o crescimento econômico e dar horizonte de esperança para os muitos jovens que estão concluindo um curso superior, no final o economista respondeu perguntas da platéia.

Palestra As consequências Econômicas do Impeachment

Na noite do dia 30/05 o Economista Benito Salomão esteve em Itumbiara GO, onde proferiu uma palestra de 3 horas com o título: Fundamentos e consequências econômicas do impeachment, dada aos estudantes do curso de economia da UEG, foi muitíssimo bem recebido e tratou-se de uma ótima oportunidade para explicar o crime fiscal cometido pela presidente Dilma Rousseff, no final respondeu inúmeras perguntas do público que foi bastante participativo.

Participação no Contraponto

No dia 30/04 o Economista Benito Salomão participou da estreia do contraponto, quandro do Programa Trocando em Miúdos de iniciativa do jornalista e radialista Márcio Alvarenga, no programa foi debatido o impeachment da presidente Dilma Rousseff, e a postura da Universidade Federal de Uberlândia frente à crise política do país, o economista levou a perspectiva conservadora fazendo o contraponto ao Prof Roberto Bueno da Fadir UFU com a perspectiva de esquerda.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Entrevista à TV Record sobre Impeachment

No último dia 15/04/2015 o Economista Benito Salomão concedeu uma entrevista para a TV Record sobre o impeachment, abordando suas causas e suas possíveis consequências para a economia e para a sociedade brasileira.
 
Quanto as causas, o economista ressaltou que o impeachment foi uma consequência da combinação de uma crise política flagrada pelo resultado da eleição de 2014 onde a presidente venceu com uma pequena margem de votos, e iniciou o governo adotando medidas de cunho impopular que acusou os adversários de promover.
 
A crise econômica se deu principalmente pelo legado do 2° governo do presidente Lula e o primeiro mandato da presidente Dilma, cujo um conjunto de medidas de cunho bastante heterodoxo desorganizaram a microeconomia com incentivos setoriais desastrados, e do ponto de vista macroeconômico exauriram a capacidade financeira do Estado.
 
Caso o processo de impeachment se viabilize na câmara e no Senado, é possível que haja uma rápida reversão das expectativas, de forma que os investimentos podem se destravar, promovendo algum crescimento ainda que modesto na atividade real, emprego e produto.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Palestra FEMEC

O economista Benito Salomão foi convidado para apresentar uma palestra de conjuntura na 5ª FEMEC no dia 30/03/2016, a apresentação denominada "Dominância Fiscal e Desafios Macroeconômicos" ocorreu no anfiteatro principal do Camaru e foi voltada para o público predominante de produtores rurais, tendo duração de aproximadamente 50 minutos.
 
A apresentação foi divida em 03 partes, sendo que na primeira foram apresentadas os aspectos mais gerais da crise que assola a economia brasileira desde 2014, aspectos como o comportamento do emprego, do câmbio, da inflação e das exportações foram relatados, tudo isso somado aos problemas principais que afligem a economia do lado da oferta com a flagrante crise na indústria de transformação e do lado da demanda com a saturação da capacidade de gastos via consumo, além da problematização dos investimentos.
 
Na segunda parte foram discutidos os aspectos fiscais da crise, tidos como principais causadores dos problemas apresentados na primeira parte, temos no Brasil um processo de saturação da capacidade do governo de continuar ampliando seus gastos, sobretudo os obrigatórios, havendo uma forte pressão dos gastos sociais, principalmente no que tange a previdência e a educação, em relação ao retorno destes serviços verificados, houve ainda uma política desastrada de incentivos setoriais que custou muito caro ao tesouro, além das operações entre governo e bancos públicos que convencionou-se chamar "pedaladas fiscais".
 
Esta soma provocou um contágio nas contas dos governos estaduais e municipais e uma forte deterioração dos indicadores fiscais expressos sobretudo na súbita alavancagem da dívida bruta que, em rota crescente pode significar uma inflação mais elevada ou uma eventual moratória, há ainda um impacto perverso sobre a taxa de juros expresso no custo implícito da dívida pública que remuneram as operações compromissadas, com um forte ônus para a poupança e para os investimentos.
 
A última parte da palestra se deu pela explanação das perspectivas para o setor agrícola nacional, onde foram apresentados os dados da balança comercial do setor, além da evolução da produção e da área utilizada, evidenciando uma forte evolução da produtividade no campo que foi a responsável pelo crescimento do PIB agrícola em 1,8% em 2015 mesmo diante de uma queda absoluta de 3,8% do produto agregado. Foi apresentada uma perspectiva para os próximos 10 anos quanto à produção, consumo e exportações para os setores de café, leite, carnes, açúcar, soja, laranja, trigo e arroz.

A palestra foi gravada e será disponibilizada no site em tempo hábil.
 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Entrevita à Globo

Na última quinta feira (11/2/2016) o Economista Benito Salomão participou de uma matéria da TV Globo sobre a realocação da bandeira tarifária da energia elétrica anunciada recentemente pela Aneel e seus impactos sobre o consumidor.
 
Na opinião de Salomão, a medida não passa de mais um truque heterodoxo do governo Dilma Rousseff no intuito de combater a inflação elevada com mecanismos não monetários e esta medida se significar algum alívio no bolso do consumidor, será apenas no curtíssimo prazo.
 
Segundo o economista, a medida anunciada pelo governo é prematura, uma vez que não há fundamentos econômicos sólidos para a redução de preços vinculada à melhora do nível dos reservatórios e do desligamento temporário das térmicas, há três razões para tanto:
 
1° Em Minas Gerais houve em simultâneo à decisão da Aneel uma elevação do ICMS sobre o consumo de energia elétrica de 18 para 25%, o que traz impactos negativos sobre o preço final da conta.
 
2° O Setor acumulou nos anos de populismo tarifário um passivo de R$30 bilhões causando um estrangulamento de caixa em várias distribuidoras e que deve ser repassado ao consumidor no horizonte futuro de tempo.
 
3° A melhora do nível dos reservatórios não se deu devido à ampliação da oferta de energia elétrica, houve sim uma combinação de fatores climáticos favoráveis que não se pode prever que se repitam com uma expressiva queda no consumo de 2,9% puxada principalmente pelo setor industrial afetado pela recessão em curso.

Entrevista à TV Band

Na última sexta feira (5/2/2016) o Economista Benito Salomão participou de uma matéria da TV Bandeirantes sobre a realocação da bandeira tarifária da energia elétrica anunciada recentemente pela Aneel e seus impactos sobre o consumidor.
 
Na opinião de Salomão, a medida não passa de mais um truque heterodoxo do governo Dilma Rousseff no intuito de combater a inflação elevada com mecanismos não monetários e esta medida se significar algum alívio no bolso do consumidor, será apenas no curtíssimo prazo.
 
Segundo o economista, a medida anunciada pelo governo é prematura, uma vez que não há fundamentos econômicos sólidos para a redução de preços vinculada à melhora do nível dos reservatórios e do desligamento temporário das térmicas, há três razões para tanto:
 
1° Em Minas Gerais houve em simultâneo à decisão da Aneel uma elevação do ICMS sobre o consumo de energia elétrica de 18 para 25%, o que traz impactos negativos sobre o preço final da conta.
 
2° O Setor acumulou nos anos de populismo tarifário um passivo de R$30 bilhões causando um estrangulamento de caixa em várias distribuidoras e que deve ser repassado ao consumidor no horizonte futuro de tempo.
 
3° A melhora do nível dos reservatórios não se deu devido à ampliação da oferta de energia elétrica, houve sim uma combinação de fatores climáticos favoráveis que não se pode prever que se repitam com uma expressiva queda no consumo de 2,9% puxada principalmente pelo setor industrial afetado pela recessão em curso.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Entrevista à Radio Améria AM

No último dia 29/12/2015 o economista Benito Salomão esteve na Radio América AM falando com o ouvinte do radialista Carlos Fernandes sobre os problemas orçamentários na cidade de Uberlândia que vem enfrentando dificuldades para pagar seus servidores sobretudo no que tange os profissionais do setor de saúde.
 
Na visão do economista que é estudioso de Economia do Setor Público não há como diz o prefeito Gilmar Machado problemas pelo lado das receitas correntes na cidade de Uberlândia; estas segundo dados do Tesouro Nacional estão crescendo levemente acima do previsto; o grande problema seria uma expansão muito forte das despesas de custeio na cidade.
 
Há ainda uma forte expansão das receitas de capital que estão crescendo fortemente; ou seja; a cidade estaria contraindo empréstimos para expandir gastos em custeio; o problema disso é que a receita de capital do presente é uma despesa corrente no futuro pois estes são recursos que devem ser pagos. A outra preocupação diz respeito exatamente à questão dos restos à pagar que tem crescido consideravelmente; e mais do que triplicado neste período.

Entrevista ao vivo à TV Globo

No último dia 31/12/2015 o economista Benito Salomão esteve ao vivo no MG TV da Rede Globo onde pode falar com a jornalista Monica Cunha sobre as perspectivas da economia para 2016 e as várias formas para atravessar o aperto orçamentário nos primeiros meses do ano caracterizados pela concentração de despesas sazonais como a volta às aulas; além dos impostos sobre propriedade como IPVA e IPTU.
 
Segundo o economista, 2016 será caracterizado por fatores agravantes; o primeiro deles é a elevação do desemprego para algo superior a 10 milhões de trabalhadores; ou 10% da PEA; há ainda o agravante da mudança da regra do seguro desemprego que levará uma parte destes trabalhadores a ficarem sem renda; por fim a questão da inflação será o grande calcanhar de Aquiles na visão do economista para o aperto na renda dado que os 11% do IPCA apresentados este ano estarão concentrados em bens de primeira necessidade.
 
Para superar esta dificuldade é necessário para as famílias organizarem seu orçamento em despesas essenciais e não essenciais; sendo que em caso de aperto o corte nas despesas não essenciais deverá ser um importante aliado; outra questão que deve ser avaliada pelas famílias é num cenário de aumento da taxa de juros na economia brasileira evitar contrair empréstimos para pagar dívidas ou para manter níveis de consumo corrente; já que a receita de crédito de hoje será a despesa amanhã. Por fim; a cultura da poupança deve ser cultivada não apenas para fins precaucionais; mas também como métodos para expansão do investimento e do estoque de riqueza.
 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Programa Política Cruzada

Nesta quinta feira (17/12) o economista Benito Salomão concedeu uma participação exclusiva para o programa Política Cruzada da TV Record; a entrevista de pouco mais de 40 minutos foi comandada pelo Jornalista Rick Paranhos e abordou um tema da maior relevância para o município de Uberlândia; a crise orçamentária pela qual passa o município.
 
Na ocasião o economista que se debruçou ao estudo das finanças do municípios nos últimos 15 dias pode elencar quais fatores são verdadeiros e quais não são no argumento oficial do Prefeito Gilmar Machado e da sua Secretaria de Finanças de que a crise se deu pela queda nas receitas transferidas dos governos federal e estadual para o município.
 
Benito Salomão pôde dizer no programa que segundo os dados o problema da cidade de Uberlândia pelo lado das receitas é de natureza estrutural; onde mais de 60% das receitas correntes são compostas por transferências; ficando apenas 20% representadas pelos tributos de natureza municipal que são o ISS; ITBI e o IPTU; sendo este último um imposto bastante sub aproveitado no município e representando um montante muito pequeno na arrecadação.
 
Na verdade; segundo o economista; o problema orçamentário que se deu na cidade de Uberlândia está do lado das despesas que apresentaram um avanço acima do previsto incialmente e acima das receitas. Sendo que as despesas que mais cresceram no município são as correntes; compostas por despesas com pessoal; com terceirizações; com repasse a organizações filantrópicas e contratação de prestadores de serviços, em prejuízo das despesas de capital (investimentos).
 
Outra questão que preocupa; na visão do economista é o acúmulo de restos a pagar que triplicaram de 2014 para 2015 quando comparados com os de 2013 para 2014; o economista alertou que  este ano esta variável deve continuar apresentando alta e que a mera utilização de receitas do IPVA como sugerida pelo prefeito Gilmar Machado ano que vem; sem uma contrapartida em corte de gastos pode não solucionar o problema e os montantes de restos a pagar com o crescimento das receitas de capital (empréstimos) contraídos neste período e no ano que vem poderiam complicar ainda mais a situação fiscal do município a partir de 2017.
 
O último bloco do programa foi direcionado para uma discussão mais livre a respeito da conjuntura macroeconômica do país; onde o economista apontou alguns problemas e fez uma orientação sobre a breve história da política macro além a crise política que alimenta a crise econômica.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Entrevista à Radio Améria AM

No último dia 04/12 (sexta feira) o economista Benito Salomão concedeu uma entrevista ao vivo para o programa América na Cidade da rádio América FM, apresentado pelo prestigiado radialista Carlos Fernandes, tendo oportunidade de falar em aproximadamente 1 hora sobre o cenário econômico e político nacional; além dos problemas orçamentários vividos pela prefeitura municipal de Uberlândia.

Com relação aos impactos econômicos do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) Salomão afirmou que esta seria uma boa notícia para o horizonte econômico uma vez que a presidente não tem credibilidade e nem legitimidade para realizar o conjunto de reformas que o país vai precisar para sair da asfixia financeira da crise econômica.

Este conjunto de reformas que contempla a reforma fiscal (tributária e da estrutura do Estado), reforma previdenciária, reforma trabalhista, além de mudanças na governança das agências reguladoras são de cunho urgente para a retomada de um ambiente civilizado na economia brasileira, Salomão disse ainda não ter certeza se o vice presidente Michel Temer teria essas condições; para o economista; apenas um governo de coalizão entre PMDB; PSDB; DEM e os demais partidos que hoje compõem a base política nacional poderiam levar a diante.

Sobre o cenário econômico municipal foi dito que os problemas orçamentários da cidade tem muito pouco a ver com a queda de receitas como afirmado pela versão oficial e está muito mais relacionado com a elevação das despesas acima do previsto; como saúde que iniciou o exercício de 2015 com uma previsão de gasto aproximadamente $25 milhões de reais menor do que a executada até o 4° bimestre.

Houveram muitos erros cometidos por parte do governo Gilmar Machado (PT) que concedeu uma série de benefícios e estimulou projetos em áreas que nem ele e nem a sua assessoria conheciam; o caso da saúde é o mais gritante; mas há muitos outros; disse o economista.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Debate sobre Parlamentarismo com Pimenta da Veiga

O economista e empresário Benito Salomão conhecido por defender convictamente o modelo parlamentarista como sendo mais viável para a organização política mais civilizada frente ao atual presidencialismo considerado por uma parte crescente da opinião pública foi convidado pelo PSDB Uberlândia a participar de um debate sobre a viabilidade deste modelo político com o ex ministro Pimenta da Veiga.

Após uma longa e bem feita explanação à cerca da importância e viabilidade do parlamentarismo, o ex candidato tucano afirmou que a mudança de regime político é a chave para que o Brasil vença a crise política e possa concentrar esforços nas reformas e no ajuste que são demandados hoje pela crise econômica.

Por conter uma burocracia estável, o gabinete executivo composto pelo primeiro ministro e pelo corpo ministerial, é subordinado ao parlamento que pode pedir e votar um voto de desconfiança sob quaisquer circunstância, seja ela a suspeita de um crime cometido, ou a incompetência e a inoperância frente às demandas sociais ou a gestão da economia, com isso, não se faz necessário que um governo ruim permaneça até o fim de um mandato estipulado, causando enormes transtornos para o desafortunado país.

Na sua oportunidade de fala, Benito Salomão, até por dever de ofício lançou como elemento complementar e simultâneo para o rompimento da crise longeva que o país atravessa, a mudança do regime político apontada por Pimenta, além da mudança do regime econômico para o capitalismo de "vias de fato".

Explanando sua tese de que o Brasil possui pequenas ilhas de capitalismo desenvolvidas ao longo do seu território, é na verdade em maior parte, uma república cujo o regime econômico é uma espécie de "Feudalismo Assistencial" na qual desde o maior empresário do país até as massas de 50 ou 60 milhões de pessoas estão acostumadas a ganhar algum tipo de benefício direto ou indireto do Estado, num regime de vassalagem entre o governo e grupos de interesse diversos, a abertura da economia, a liberalização e a meritocracia seriam neste aspecto essenciais para o rompimento da crise e para o desenvolvimento futuro.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Entrevista à Radio Améria AM

O economista Benito Salomão concedeu nesta ultima sexta feira (11) uma participação exclusiva ao programa América na Cidade, apresentado pelo tradicional radialista Carlos Fernandes na Rádio América AM 580 MHz para tratar sobre a atual conjuntura da economia brasileira e a perda do Grau de Investimento.

A participação de aproximadamente uma hora tratou de temas relevantes como o ajuste fiscal, o economista ressaltou a importância de se colocar as contas públicas novamente em equilíbrio para evitar uma crise mais grave, mas reiterou que este não deve se dar pelo lado das receitas, ou seja, contemplando novas elevações de impostos. Salientou a importância de se realizar um ajuste do lado dos gastos públicos através de um esforço para aprovar medidas estruturantes no congresso nacional e foi taxativo ao afirmar que é impossível se realizar um ajuste fiscal preservando direitos, benefícios, além de manter investimentos, e o nível de despesas em saúde, educação e previdência.

Sobre o comportamento da inflação Benito Salomão disse se manter cético quanto a sua convergência para a meta no ano que vem, dados os mecanismos de indexação, sobretudo a regra de reajuste do salário mínimo que vige hoje indexando os salários à inflação e ao PIB transportará a inflação do presente (de aproximadamente 10%) para o ano seguinte, portanto devemos esperar taxas de juros mais elevadas nos próximos períodos.

Indagado sobre um eventual impeachment da presidente Dilma, Benito afirmou que o próximo presidente por melhor capacitado que esteja terá enormes dificuldades em reorganizar a economia brasileira, uma vez que mesmo que superada a crise Macroeconômica brasileira, existem uma série de pendências Micro ou setoriais que apresentam um sério desafio para a retomada do desenvolvimento brasileiro, portanto, a saída da presidente Dilma não irá se traduzir em maiores facilidades para a economia.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Entrevista à TV Band

Na noite do dia 20/08/2015 o economista Benito Salomão foi convidado para uma participação ao vivo no telejornal Band Cidade da TV Bandeirantes onde pôde explanar sobre a crise pela qual está passando a economia brasileira.

No primeiro bloco Benito foi indagado sobre quais seriam as melhores formas para atravessar a crise brasileira, respondendo que ao falar em crise é importante mencionar para quem esta crise está direcionada diretamente, sendo que, a grande indústria, a construção civil e os bens de consumo duráveis foram mais afetados, o pequeno varejo, e os serviços serão atingidos, na visão dos economistas apenas tangencialmente.

Em seguida perguntado sobre sobre orçamento doméstico, Benito disse que seria possível atravessar a crise através do estabelecimento de melhores critérios para o consumo, no qual pode ser dividido entre consumo de bens essenciais e superfulos, sendo que é no segundo item que se deve haver um corte de despesas, sempre tendo em vista que num cenário de alta inflação e de aumento de desemprego, acompanhados de um viés de alta da taxa de juros, a manutenção de níveis exagerados de consumo com acesso a financiamentos pode não ser uma alternativa viável e colaborar com a ampliação do aperto financeiro.


No segundo bloco o economsita foi questionado sobre uma iniciativa de consultoria de apoio a pequenas empresas e se medidas como aquelas colaboram com a sobrevivência das empresas em períodos de crise, após uma resposta afirmativa, Salomão afirmou que as melhores medidas para ajudarem aos empresários à superarem as dificuldades são, em geral, medidas pró competitividade e pró concorrência, as primeiras no sentido de elevar a produtividade através do acesso à educação, tecnologia e inovação, a segunda está intimamente relacionada com o aumento da concorrência e a melhora do ambiente de negócios.

Em seguida, perguntado sobre uma possível temeridade para novos investimentos na dada conjuntura Benito Salomão disse que é preciso ter responsabilidade para expandir num momento de crise, preservar o caixa das empresas e evitar o empréstimo de recursos para a expansão, que na crise se manifestam boas oportunidades de negócios uma vez que o dinheiro se torna mais caro, privilegiando quem preservou o caixa e não alavancou.
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