O ano é dividido em quatro estações, primavera, verão, outono e inverno na pratica o que ocorre é que o ano para os brasileiros começa quente, esfria na metade e no final do ano a temperatura volta a esquentar e florecer.
Da mesma forma este ano nas eleições podemos fazer uma analogia as estações climáticas do ano.
O ano eleitoral começou com Serra na dianteira, as pesquisas de 8 ou 10 meses atrás apontavam liderança consolidada do tucano, Dilma ainda desconhecida não mostrava nem traquejo e muito menos viabilidade eleitoral.
Após 2 anos então de publicidade intensiva a ministra da casa civil rompeu o desconhecimento e hoje é apontada pela maioria como a favorita a vencer as eleições.
Dilma abriu larga vantagem nas pesquisas sobre Serra, e se for para acreditar em pesquisas podemos desistir da candidatura presidencial e apenas esperar para 1º de janeiro assistirmos a posse da ministra Dilma.
Entretanto eleição é mais complexo do que apresenta e sempre reserva emoções até o final e assim como estações mudam, as tendências podem também variar.
As ultimas pesquisas trazem boas notícias para os apoiadores de Serra, Dilma bateu no teto e dificilmente continuará crescendo e Serra atingiu seu piso e estancou a hemorragia que o fazia perder votos.
A boa notícia no entanto vem depois, a análise histórica e empírica nos diz que a tendência de candidatos que batem no teto é cair no mês que antecede as eleições e contrariamente os candidatos que vem em seguida sobem.
Portanto não há motivo para pessimismo, o trabalho está sendo feito e bem feito, os erros de marketing do começo da campanha foram corrigidos e o Serra está fazendo uma campanha convincente e limpa, temos ainda todo um segundo turno para trabalhar para elegê-lo por isso conclamo a todos, cidadãos honestos e trabalhadores desta nação que ajudem a eleger José Serra presidente do Brasil no próximo dia 3.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
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Mudança no tempo
Economista, empresário e pesquisador com expertise na área de economia brasileira, análise de conjuntura e economia do setor público, política fiscal, tributária e de gasto público.




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