Na minha opinião e de muita gente, o Brasil tem adotado nos ultimos anos uma posição de dubiedade quanto a política externa.
Basta analisarmos os principais acontecimentos envolvendo a diplomacia brasileira que podemos notar que o protagonismo pelo qual o Brasil se oferece a exercer nem sempre, ou quase nunca agrada.
Podemos notar o presidente Lula afagando "estadistas" mundo a fora que não permitem em seus países a liberdade de imprensa, que perseguem opositores por crimes de opinião, não respeitam os direitos humanos entre outras coisas que caracterizaram estas ditaduras do seculo XXI.
Por outro lado a diplomacia brasileira se envolveu em um imenso constrangimento democrático interferindo em questões internas a Honduras, oferecendo a embaixada brasileira em Tegucigalpa para o presidente deposto Manoel Zelaya e dispertando negativamentem mais uma vez a atenção do mundo.
Quando foi para defender os interesses nacionais a diplomacia brasileira foi frouxa como no caso da quebra de contrato de Itaipú com o Paraguai e a nacionalização da refinaria da Petrobrás na Bolívia, em ambos os casos o Itamaraty adotou uma postura de frouxidão com os vizinhos não aproveitando seu poder de barganha.
Portanto é muito importante que o próximo governo tenha uma postura mais coerente e incisiva na defesa do interesse nacional afinal, o presidente Lula adora dizer errôneamente que o Brasil era submisso na época de seu antecessor, mas nunca no governo FHC a Petrobrás sofreu espropriação de seus ativos em outro país.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
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Nossa política externa
Economista, empresário e pesquisador com expertise na área de economia brasileira, análise de conjuntura e economia do setor público, política fiscal, tributária e de gasto público.




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