Benito Salomão defende o ajuste fiscal e o fim do déficit nominal como forma de elevar a poupança doméstica e com isto permitir uma trajetória declinante da taxa de juros e uma menor volatilidade da taxa de câmbio, um crescimento sustentado deverá se dar com protagonismo do investimento privado.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
A baixa poupança doméstica.
Benito Salomão defende o ajuste fiscal e o fim do déficit nominal como forma de elevar a poupança doméstica e com isto permitir uma trajetória declinante da taxa de juros e uma menor volatilidade da taxa de câmbio, um crescimento sustentado deverá se dar com protagonismo do investimento privado.
Economista, empresário e pesquisador com expertise na área de economia brasileira, análise de conjuntura e economia do setor público, política fiscal, tributária e de gasto público.




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